QUAL FOI A PÁTRIA QUE NOS PARIU?
Francisco Sampa
509 anos já se passaram desde a chegada de Cabral às Terras de Vera Cruz. Cruz credo, valei-me Nossa Senhora, desde a chegada dos lusitanos muita coisa mudou.Pero Vaz o Caminha escreveu dizendo que “em se plantando tudo dá”, mas umas dão mesmo sem plantar. Dão por necessidade ou por mera vontade, porém uma coisa é certa: quem não dá não recebe. Segundo os políticos é dando que se recebe e uma grande parte deles não dá nada e levam tudo de todos da Pátria que os pariu. Qual foi a Pátria que nos pariu? Foi Portugal às margens do Tejo ou foi a terra tropical onde políticos corruptos e um povo semialfabetizado se deixa levar por promessas vindas de mentes macabras e gananciosas de olho no erário público nacional. Afinal onde estão estes filhos da pátria que foram paridos em todas as partes, mas na hora da divisão sempre ficam com a melhor parte. Falta educação, segurança e saúde. Meu Deus que tristeza que nos dá ao ver tanta fartura e boa parte do povo vivendo na agrura do amanhã Deus proverá! Disse o poeta que Deus dará, mas se Deus não der como ficará? Como ficaremos ? sentados à beira do caminho ou fazendo o mesmo ao caminhar na busca de instrução, segurança e saúde? Valei-me Deus pai! Se continuar deste jeito para onde irão os filhos da pátria? Paridos nos grotões, matas, cerrados e sertões os filhos da terra, que hoje sem terra, clamam por sua parte em latifúndios, de terra farta e terra medida em busca da terra que lhes foi prometida e o povo do norte, os irmãos do sul, do sudeste e do centro vivem como a peste zanzando pelos campos com uma certeza de que de toda esta terra só terão uma cova na terra que sonhou ver divida. Pai que estás no céu tenhas piedade dessa gente trabalhadora e decente. Iluminai a cabeça e o coração dos poderosos de plantão, que olhem para o povo com mais carinho, respeito e gratidão, pois estes filhos da pátria que nos pariu são nossos irmãos. São a eira do moinho, a bateia do garimpo e gente pobre, humilde, de peito aberto e coração limpo. São filhos, pais e irmãos de uma terra que nos viu nascer e hoje vivemos errantes mundo afora na espera de um dia ver o romper de uma nova aurora, às margens do Rio Doce ou do Itajaí, quem sabe do Beberibe, entretanto uma coisa é certa pai, um dia queremos voltar para viver nas montanhas e vales das Gerais, nos pampas e até descansar às sombras de coqueirais, da selva desvairada, de pedras do sudeste. Voltar para o sertão de bodes, forró e cabras da peste. Viver na terra que nos viu nascer, sentir na face a brisa do mar, seja de Iracema, Amaralina, Boa Viagem ou Itapoã, poisaqui lutamos com a certeza de que o amanhã virá. Só o senhor sabe se será melhor pior, mas por pior que seja meu pai queremos voltar para a Pátria que nos pariu.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
GARIMPANTES X IMIGRANTES
Francisco Sampa
No jogo pelo sonho americano a disputa está acirrada. De um lado os garimpantes sem escrúpulos que só querem se dar bem e se possível rápido … muito rápido. Não se adaptam às regras do jogo. Estão pouco ligando para a cultura desta terra de neves, parques, sonhos e muito consumo, querem somar, ludibriar e acumular, não importa os meios usados, ilícitos ou imorais, desde que se deem bem, que mal tem. Entraram de bicões na festa como a maioria de todos nós, mas não se contentam em estar na festa. Querem ditar normas e costumes, se possível mudam o ritmo da música, invertem tudo. Os donos da casa são burros, chatos, mal educados, exploradores e os exploradores garimpantes são as vitimas do imperialismo ianque, do grande irmão do norte, o explorador de pobres e indefesos, terceiros mundistas que trazem na mala um passaporte, um sonho, vários desejos e uma meta: se dar bem e rápido, doa a quem doer. Os inteligentes jáfazem seu próprio dinheiro tentando enganar o sistema como no caso dos falsificadores brasileiros presos em Danbury no estado Conneticut. Os mais limpos lavam seu próprio dinheiro como muitos em várias partes do país. Tem garimpantes de todos os níveis e classe social. Todos posam de pessoas importantes e acima de qualquer suspeita uns mandam caixas. Outros jamais se encaixarão nos padrões da sociedade que escolheram para viver e progredir. Já inventaram até um jogo inspirado no passa e repassa é o jogo do “pagou a caixa, empresa faliu, pague de novo para receber a caixa”. O que podemos chamar de extorsão encaixotada. Mas até esse dia chegar no clássico entre garimpantes e imigrantes muita bola vai rolar até o apito final. Por falar em caixa, se depender das empresas do ramo, cada dia surge uma a cada esquina, somos uma comunidade em extinção e não temos IBAMA para nos proteger, pois querem nos levar todos de volta para o Brasil. Mas por outro lado temos o esquadrão de imigrantes, gente humilde, ordeira, honesta e trabalhadora que veio para esta terra com um sonho e um grande desejo, cientes da máxima bíblica: semear, plantar e colher, criam seus filhos, educam a família, preparam-se para suas realizações através do tempo preservando a família, respeitando as leis e todas as normas já impostas por esta nação que nos acolheu de braços não tão abertos, mas aqui estamos lutando em prol dos nossos desejos e ideais. São esses imigrantes que fizeram e fazem o orgulho de nossa comunidade, seres cientes dos deveres de pais de famílias e de cidadãos. Homens de caráter e do bem, conscientes de suas obrigações para com a sociedade e o futuro de seus projetos pessoais e profissionais. São estas pessoas que vem ao longo do tempo sofrendo com a saga de garimpantes inescrupulosos que visam o lucro fácil e rápido sem medir asconsequências de seus tresloucados desejos de fama, poder e mordomias neste clássico na busca por dias melhores, com certeza o imigrante justo, honesto e correto será o grande vencedor.
Francisco Sampa
No jogo pelo sonho americano a disputa está acirrada. De um lado os garimpantes sem escrúpulos que só querem se dar bem e se possível rápido … muito rápido. Não se adaptam às regras do jogo. Estão pouco ligando para a cultura desta terra de neves, parques, sonhos e muito consumo, querem somar, ludibriar e acumular, não importa os meios usados, ilícitos ou imorais, desde que se deem bem, que mal tem. Entraram de bicões na festa como a maioria de todos nós, mas não se contentam em estar na festa. Querem ditar normas e costumes, se possível mudam o ritmo da música, invertem tudo. Os donos da casa são burros, chatos, mal educados, exploradores e os exploradores garimpantes são as vitimas do imperialismo ianque, do grande irmão do norte, o explorador de pobres e indefesos, terceiros mundistas que trazem na mala um passaporte, um sonho, vários desejos e uma meta: se dar bem e rápido, doa a quem doer. Os inteligentes jáfazem seu próprio dinheiro tentando enganar o sistema como no caso dos falsificadores brasileiros presos em Danbury no estado Conneticut. Os mais limpos lavam seu próprio dinheiro como muitos em várias partes do país. Tem garimpantes de todos os níveis e classe social. Todos posam de pessoas importantes e acima de qualquer suspeita uns mandam caixas. Outros jamais se encaixarão nos padrões da sociedade que escolheram para viver e progredir. Já inventaram até um jogo inspirado no passa e repassa é o jogo do “pagou a caixa, empresa faliu, pague de novo para receber a caixa”. O que podemos chamar de extorsão encaixotada. Mas até esse dia chegar no clássico entre garimpantes e imigrantes muita bola vai rolar até o apito final. Por falar em caixa, se depender das empresas do ramo, cada dia surge uma a cada esquina, somos uma comunidade em extinção e não temos IBAMA para nos proteger, pois querem nos levar todos de volta para o Brasil. Mas por outro lado temos o esquadrão de imigrantes, gente humilde, ordeira, honesta e trabalhadora que veio para esta terra com um sonho e um grande desejo, cientes da máxima bíblica: semear, plantar e colher, criam seus filhos, educam a família, preparam-se para suas realizações através do tempo preservando a família, respeitando as leis e todas as normas já impostas por esta nação que nos acolheu de braços não tão abertos, mas aqui estamos lutando em prol dos nossos desejos e ideais. São esses imigrantes que fizeram e fazem o orgulho de nossa comunidade, seres cientes dos deveres de pais de famílias e de cidadãos. Homens de caráter e do bem, conscientes de suas obrigações para com a sociedade e o futuro de seus projetos pessoais e profissionais. São estas pessoas que vem ao longo do tempo sofrendo com a saga de garimpantes inescrupulosos que visam o lucro fácil e rápido sem medir asconsequências de seus tresloucados desejos de fama, poder e mordomias neste clássico na busca por dias melhores, com certeza o imigrante justo, honesto e correto será o grande vencedor.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Os ratos de Brasília: “Juscelinomys Candango”
Os ratos de Brasília: “Juscelinomys Candango”
Francisco Sampa
Descobertos durante a construção da capital federal nos anos 60, o “Juscelinomys Candango” foi extinto do cerrado e agora só pode ser visto nos livros científicos, assim como a “phrynomedusa fimbriata”, a perereca de Santo André, mas isso é outra parte da história biológica brasileira. O mal que acabou com o rato candango habitante do cerrado brasileiro na época da construção de Brasília criou outro candango, nome dado aos construtores da nova capital federal, mas passada a fase da construção Brasília criou uma nova espécie de rato. Uma espécie que tem em todas as partes, mas que vão para Brasília. Na grande maioria são da pior qualidade é a do “polytycus candangus ladronys”. Uma espécie que está longe da extinção, pois se proliferam aos milhões em todas a partes do país e em todas as classes sociais. Essa espécie anda sempre acompanhada do “corruptus mau caratys”. Estes dois seres em combinação éum dos piores males da fauna e da flora brasileira. Alimentam-se da “verbys publica brasilis”, mas ultimamente os candangos de ternos de grife e gravatas de ótima qualidade, longe da extinção, não se locomovem mais sobre as 4 patas como seus antepassados, mesmo porque eles só têm duas patas, duas mãos e dez dedos bem ágeis sobre o patrimônio público, pois na mentalidade do político brasileiro tudo que é público não tem dono, esquecem que se é público todos são os donos . Os ratos de Brasília, que nascem em todas as partes do país estão longe da extinção como os indefesos “Juscelinomys Candango” típico do cerrado e que hoje fazem parte do passado biológico da região. Os atuais ratos da política brasileira causam mais danos à nação do que aqueles ratinhos que roubaram a cena na passagem ao vivo da repórter global Delys Ortiz na matéria para o Jornal Nacional e comentada no Fantástico. Eles fazem orgia com o dinheiro público, veja o caso das passagens aéreas para a Europa e EUA. Passagens para os puxa-sacos, familiares, sindicalistas, artistas gostosas da televisão, etc. Eles têm mensalão, sanguessugas e escândalo da mandioca. Lembram-se dele ??? Pois é. Não deu em nada e nunca dará. E a casa do diretor do Senado no valor de milhões de reais? Os ratos de Brasília, meus amigos, são os roedores do erário público, da consciência do povo brasileiro, mas lá e em muitas partes do Brasiltodos roem. Desde o mais simples ao funcionário do mais alto escalão, pois os ratos estão em todas as partes do país roendo e se fartando com o patrimônio público, o bem de todos e da nação, mas como diz a máxima popular: ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão. A extinção do “juscelinomys candango” foi uma grande perda para o bioma do cerrado e do reino animal, mas se o mesmo vier a acontecer com os ratos de Brasilia, os “polytycus candangus ladronys” será um grande feito para o povo da Terra Brasilis. Até este dia acontecer viveremos como “pryhomedusa fimbriata” a extinta perereca de Santo André, seguiremos coaxando à beira do brejo da descrença e da impunidade perpetuada na pátria amada Brasil.
Francisco Sampa
Descobertos durante a construção da capital federal nos anos 60, o “Juscelinomys Candango” foi extinto do cerrado e agora só pode ser visto nos livros científicos, assim como a “phrynomedusa fimbriata”, a perereca de Santo André, mas isso é outra parte da história biológica brasileira. O mal que acabou com o rato candango habitante do cerrado brasileiro na época da construção de Brasília criou outro candango, nome dado aos construtores da nova capital federal, mas passada a fase da construção Brasília criou uma nova espécie de rato. Uma espécie que tem em todas as partes, mas que vão para Brasília. Na grande maioria são da pior qualidade é a do “polytycus candangus ladronys”. Uma espécie que está longe da extinção, pois se proliferam aos milhões em todas a partes do país e em todas as classes sociais. Essa espécie anda sempre acompanhada do “corruptus mau caratys”. Estes dois seres em combinação éum dos piores males da fauna e da flora brasileira. Alimentam-se da “verbys publica brasilis”, mas ultimamente os candangos de ternos de grife e gravatas de ótima qualidade, longe da extinção, não se locomovem mais sobre as 4 patas como seus antepassados, mesmo porque eles só têm duas patas, duas mãos e dez dedos bem ágeis sobre o patrimônio público, pois na mentalidade do político brasileiro tudo que é público não tem dono, esquecem que se é público todos são os donos . Os ratos de Brasília, que nascem em todas as partes do país estão longe da extinção como os indefesos “Juscelinomys Candango” típico do cerrado e que hoje fazem parte do passado biológico da região. Os atuais ratos da política brasileira causam mais danos à nação do que aqueles ratinhos que roubaram a cena na passagem ao vivo da repórter global Delys Ortiz na matéria para o Jornal Nacional e comentada no Fantástico. Eles fazem orgia com o dinheiro público, veja o caso das passagens aéreas para a Europa e EUA. Passagens para os puxa-sacos, familiares, sindicalistas, artistas gostosas da televisão, etc. Eles têm mensalão, sanguessugas e escândalo da mandioca. Lembram-se dele ??? Pois é. Não deu em nada e nunca dará. E a casa do diretor do Senado no valor de milhões de reais? Os ratos de Brasília, meus amigos, são os roedores do erário público, da consciência do povo brasileiro, mas lá e em muitas partes do Brasiltodos roem. Desde o mais simples ao funcionário do mais alto escalão, pois os ratos estão em todas as partes do país roendo e se fartando com o patrimônio público, o bem de todos e da nação, mas como diz a máxima popular: ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão. A extinção do “juscelinomys candango” foi uma grande perda para o bioma do cerrado e do reino animal, mas se o mesmo vier a acontecer com os ratos de Brasilia, os “polytycus candangus ladronys” será um grande feito para o povo da Terra Brasilis. Até este dia acontecer viveremos como “pryhomedusa fimbriata” a extinta perereca de Santo André, seguiremos coaxando à beira do brejo da descrença e da impunidade perpetuada na pátria amada Brasil.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Ronaldo Futebol Clube campeão de superação.
Texto publicado no Brazilian Press, Edicao de 6 de maio de 2009 Quarta feira
Ronaldo Futebol Clube campeão de superação.
Por Francisco Sampa
Pois é, mais uma vez a história se repetiu, após uma grave contusão, um ano afastado das quatro linhas e de vários comentários nada encorajadores por parte de todos da mídia especializada e não especializada, dos falsos amigos urubus e corneteiros de plantão, o que dirão os apedrejadores de carteirinha agora? Enfiem a viola no saco e vão tocar e soprar suas cornetas em outras praças, pois na Praça Charles Miller em frente ao Estádio do Pacaembu, na capital paulista, só deu Ronaldo. Devemos tirar uma lição dessa história, a lição de nunca desistir de nada, do sonho do poder de criar e fazer. Ronaldo tem grana, fama e carisma, poderia ter parado de vez, porque com a grana que tem poucos de nós, os mortais, jamais conseguiremos em toda nossa vida, nem que tivéssemos 7 vidas feito os gatos ou mais até. Ele continuou, não foi por grana, nem por fama, foi por amor, por alma de guerreiro, essência guerreira do povo brasileiro que nunca desiste de lutar e sonhar, que amanhã será outro dia. É bíblico, o amanhã a Deus pertence e assim foi e será pra mim, pra você, pro Ronaldo, pro Pedrão, pra Luiza, pra Zefa, pro Tico, pra todos nós míseros e humanos mortais. Você que está aí lamentando a falta de sorte, de grana, de fama, da mulher que te chifrou, do amigo que te roubou, do emprego que não vem, da fome que tem, não perca a fé, enquanto há vida, há esperança. Esta é a grande lição que fica da passagem de Ronaldo no futebol mundial: perseverar, lutar e guerrear, pois soldados nascem todos os dias, mas guerreiros são escolhidos por Deus e guerreiros nunca morrem, os feitos são eternos, mesmo os das batalhas perdidas. Como em 2002. ele voltou, fez muitos gols, alegrou o coração do torcedor e conquistou o título de campeão invicto num dos mais disputados campeonatos de futebol do mundo: o paulista. Sozinho marcou tantos gols quanto todo ataque corintiano, realmente um fenômeno de luta e superação merece ostentar no peito a faixa de campeão. Na vida é assim, quando se está ladeira abaixo, além da força da gravidade são muitos a puxar para baixo compete àquele que está descendo ou na iminência da descida, saber preparar o caminho na subida, porque na hora da volta nada lhe será estranho e diferente é apenas o mesmo caminho pelo qual passou quando da ascensão, portanto nada é diferente, você com certeza encontrará as mesmas caras que viu na subida a lhe sorrir com desdém, mas não se preocupe, quando voltar a subir, eles estarão no mesmo lugar, são como as pedras em nossos caminhos na luta pela sobrevivência. Subimos e descemos, elas permanecem ali paradas, inertes, sem vidas, sua utilidade máxima é para serem atiradas. Parabéns Ronaldo, a nação corintiana e o povo brasileiro reconhecem e sabem do seu valor, pois no dia em que você abandonar as 4 linhas, o jogador sai de campo, mas o guerreiro continuará lutando por tudo, por você e por seus ideais, porque guerreiros são escolhidos por Deus e você é um desses escolhidos pelo criador.
Ronaldo Futebol Clube campeão de superação.
Por Francisco Sampa
Pois é, mais uma vez a história se repetiu, após uma grave contusão, um ano afastado das quatro linhas e de vários comentários nada encorajadores por parte de todos da mídia especializada e não especializada, dos falsos amigos urubus e corneteiros de plantão, o que dirão os apedrejadores de carteirinha agora? Enfiem a viola no saco e vão tocar e soprar suas cornetas em outras praças, pois na Praça Charles Miller em frente ao Estádio do Pacaembu, na capital paulista, só deu Ronaldo. Devemos tirar uma lição dessa história, a lição de nunca desistir de nada, do sonho do poder de criar e fazer. Ronaldo tem grana, fama e carisma, poderia ter parado de vez, porque com a grana que tem poucos de nós, os mortais, jamais conseguiremos em toda nossa vida, nem que tivéssemos 7 vidas feito os gatos ou mais até. Ele continuou, não foi por grana, nem por fama, foi por amor, por alma de guerreiro, essência guerreira do povo brasileiro que nunca desiste de lutar e sonhar, que amanhã será outro dia. É bíblico, o amanhã a Deus pertence e assim foi e será pra mim, pra você, pro Ronaldo, pro Pedrão, pra Luiza, pra Zefa, pro Tico, pra todos nós míseros e humanos mortais. Você que está aí lamentando a falta de sorte, de grana, de fama, da mulher que te chifrou, do amigo que te roubou, do emprego que não vem, da fome que tem, não perca a fé, enquanto há vida, há esperança. Esta é a grande lição que fica da passagem de Ronaldo no futebol mundial: perseverar, lutar e guerrear, pois soldados nascem todos os dias, mas guerreiros são escolhidos por Deus e guerreiros nunca morrem, os feitos são eternos, mesmo os das batalhas perdidas. Como em 2002. ele voltou, fez muitos gols, alegrou o coração do torcedor e conquistou o título de campeão invicto num dos mais disputados campeonatos de futebol do mundo: o paulista. Sozinho marcou tantos gols quanto todo ataque corintiano, realmente um fenômeno de luta e superação merece ostentar no peito a faixa de campeão. Na vida é assim, quando se está ladeira abaixo, além da força da gravidade são muitos a puxar para baixo compete àquele que está descendo ou na iminência da descida, saber preparar o caminho na subida, porque na hora da volta nada lhe será estranho e diferente é apenas o mesmo caminho pelo qual passou quando da ascensão, portanto nada é diferente, você com certeza encontrará as mesmas caras que viu na subida a lhe sorrir com desdém, mas não se preocupe, quando voltar a subir, eles estarão no mesmo lugar, são como as pedras em nossos caminhos na luta pela sobrevivência. Subimos e descemos, elas permanecem ali paradas, inertes, sem vidas, sua utilidade máxima é para serem atiradas. Parabéns Ronaldo, a nação corintiana e o povo brasileiro reconhecem e sabem do seu valor, pois no dia em que você abandonar as 4 linhas, o jogador sai de campo, mas o guerreiro continuará lutando por tudo, por você e por seus ideais, porque guerreiros são escolhidos por Deus e você é um desses escolhidos pelo criador.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
SUPERAÇÃO RONALDO FUTEBOL CLUBE
Texto publicado noBrazilian Press, Edicao de 29 de Abril de 2009
SUPERAÇÃO RONALDO FUTEBOL CLUBE
Francisco Sampa
O Tempo é o senhor de todas as causas. Tempo de sorrir, de sofrer, chorar, amar, ser feliz, ter sucesso e fracasso. Tempo de ostracismo. Tempo de estrelismo. Tempo de se viver e até o tempo de morrer. Está tudo lá no livro da vida. O grande arquiteto criador de todo o universo nos deu tempo para tudo e muitos de nós reclamamos. Não temos tempo para nada, nem para nós. Nem para Deus. Quando queremos ter este tempo é tempo de ir embora, deixar a vida terrena, os sofrimentos físicos e as agruras materiais, mas até este tempo chegar, temos que superar barreiras, vencer obstáculos, subir altas montanhas, cruzar rios profundos, navegar em mares revoltosos.
Assim tem sido a vida de Ronaldo Nazário de Lima, o R9, o Fenômeno, o Gordo, ex-Gordo, enfim adjetivos dos mais variados para nomear um guerreiro, um lutador que desde a infância vem vencendo obstáculos: a pobreza, a falta de cultura, a integração social, os problemas de ordem física e emocional e assim como a Fênix, a cada incêndio Ronaldo renasce das cinzas. Assim foi antes do mundial de 2002, voltou após uma contusão e foi o artilheiro da Copa e campeão da mesma.
Mesmo depois deste feito boa parte do povo brasileiro, após mais uma grave contusão esqueceu dos seus feitos. Esqueceram que “Soldados nascem todos os dias e guerreiros são escolhidos por Deus “. Ronaldo é um desses guerreiros escolhidos para no campo de batalha por maior que seja a ferida, por mais profundo que seja o corte da lâmina fria da adaga inimiga, seguir sangrando rumo ao objetivo. Como uma fera em busca de sua presa, sua meta é o gol, onde como um camponês num 14 de julho derrubara a Bastilha final, onde o guardião das 4 linhas será batido num lance mágico, coisas que só o futebol nos proporciona, como no segundo gol na partida contra o Santos no caldeirão da Vila, na presença do rei, o atleta do século, Ronaldo foi o rei do caldeirão da Vila. Segundo o rei Pelé, Ronaldo foi a diferença, fez um gol digno de copa do mundo. Jornais de todo o mundo não economizaram palavras para reconhecer o valor e a garra deste homem, lutador guerreiro amante do gol e do futebol. Quando todos acharam que ele voltou para encerrar a carreira num fim melancólico, um triste fim para o maior goleador de campeonatos mundiais. Ronaldo é a prova viva da intolerância do brasileiro para com aqueles que possam vir a fracassar, não importa como, se você está à mercê do barranco, te empurram com os dois pés. Os derrotistas estão sempre de plantão. São como abutres, foram feitos para viver de restos. São incapazes de caçar por isso estão sempre à espera de um cadáver para um banquete dantesco. Não importa qual seja sua área, nunca se deixe abater, lute como um guerreiro e que fique a lição, jamais deve se subestimar, um lutador, pois mesmo depois de morto os guerreiros entram para a história é por isso que mesmo não sendo corinthiano, me alisto no Superação Ronaldo Futebol Clube, símbolo de um Brasil de muitos Ronaldos. Em cada esquina, em cada periferia existe um guerreiro escolhido por Deus pronto para derrubar os abutres de plantão. Somos Brasil. Somos Ronaldo. Somos brasileiros heróis da superação.
SUPERAÇÃO RONALDO FUTEBOL CLUBE
Francisco Sampa
O Tempo é o senhor de todas as causas. Tempo de sorrir, de sofrer, chorar, amar, ser feliz, ter sucesso e fracasso. Tempo de ostracismo. Tempo de estrelismo. Tempo de se viver e até o tempo de morrer. Está tudo lá no livro da vida. O grande arquiteto criador de todo o universo nos deu tempo para tudo e muitos de nós reclamamos. Não temos tempo para nada, nem para nós. Nem para Deus. Quando queremos ter este tempo é tempo de ir embora, deixar a vida terrena, os sofrimentos físicos e as agruras materiais, mas até este tempo chegar, temos que superar barreiras, vencer obstáculos, subir altas montanhas, cruzar rios profundos, navegar em mares revoltosos.
Assim tem sido a vida de Ronaldo Nazário de Lima, o R9, o Fenômeno, o Gordo, ex-Gordo, enfim adjetivos dos mais variados para nomear um guerreiro, um lutador que desde a infância vem vencendo obstáculos: a pobreza, a falta de cultura, a integração social, os problemas de ordem física e emocional e assim como a Fênix, a cada incêndio Ronaldo renasce das cinzas. Assim foi antes do mundial de 2002, voltou após uma contusão e foi o artilheiro da Copa e campeão da mesma.
Mesmo depois deste feito boa parte do povo brasileiro, após mais uma grave contusão esqueceu dos seus feitos. Esqueceram que “Soldados nascem todos os dias e guerreiros são escolhidos por Deus “. Ronaldo é um desses guerreiros escolhidos para no campo de batalha por maior que seja a ferida, por mais profundo que seja o corte da lâmina fria da adaga inimiga, seguir sangrando rumo ao objetivo. Como uma fera em busca de sua presa, sua meta é o gol, onde como um camponês num 14 de julho derrubara a Bastilha final, onde o guardião das 4 linhas será batido num lance mágico, coisas que só o futebol nos proporciona, como no segundo gol na partida contra o Santos no caldeirão da Vila, na presença do rei, o atleta do século, Ronaldo foi o rei do caldeirão da Vila. Segundo o rei Pelé, Ronaldo foi a diferença, fez um gol digno de copa do mundo. Jornais de todo o mundo não economizaram palavras para reconhecer o valor e a garra deste homem, lutador guerreiro amante do gol e do futebol. Quando todos acharam que ele voltou para encerrar a carreira num fim melancólico, um triste fim para o maior goleador de campeonatos mundiais. Ronaldo é a prova viva da intolerância do brasileiro para com aqueles que possam vir a fracassar, não importa como, se você está à mercê do barranco, te empurram com os dois pés. Os derrotistas estão sempre de plantão. São como abutres, foram feitos para viver de restos. São incapazes de caçar por isso estão sempre à espera de um cadáver para um banquete dantesco. Não importa qual seja sua área, nunca se deixe abater, lute como um guerreiro e que fique a lição, jamais deve se subestimar, um lutador, pois mesmo depois de morto os guerreiros entram para a história é por isso que mesmo não sendo corinthiano, me alisto no Superação Ronaldo Futebol Clube, símbolo de um Brasil de muitos Ronaldos. Em cada esquina, em cada periferia existe um guerreiro escolhido por Deus pronto para derrubar os abutres de plantão. Somos Brasil. Somos Ronaldo. Somos brasileiros heróis da superação.
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